Toda homologação precisa ser feita. A pergunta é quem faz: uma estrutura interna, que custa todo mês independentemente do movimento, ou um parceiro que só cobra quando entrega o parecer aprovado.
A homologação é a etapa que trava o caixa de quem instala. Não tem foto bonita, não gera indicação, não impressiona o cliente, mas decide se o projeto fecha ou fica em aberto. Fazer isso dentro de casa parece controle. Na prática, é peso e risco que não somem quando o mês está fraco. Veja a diferença entre as duas escolhas.
O problema de fazer internamente não é o preço. É o peso.
Manter a homologação dentro de casa parece controle. Na prática, é um conjunto de responsabilidades que não somem quando o movimento cai.
Quem faz internamente carrega, o tempo todo:
- A responsabilidade técnica de cada projeto, com tudo o que ela implica
- O acompanhamento das mudanças de norma, que em 2026 foram muitas
- O conhecimento do rito de cada distribuidora, que muda de uma para outra
- O tempo gasto com exigências, reprovações e reprotocolos
- O custo fixo disso, esteja o mês cheio ou vazio
Esse último ponto é o que mais dói e o que menos se percebe. A instalação tem sazonalidade. Tem mês de muitos projetos e mês de poucos. Mas a estrutura interna de homologação custa igual nos dois. No mês fraco, ela vira peso morto.
O custo que não aparece na folha
Quem pensa em internalizar costuma olhar só para o salário. Um profissional habilitado para projetar e assinar sistemas fotovoltaicos, como um engenheiro eletricista, tem salário médio na casa dos R$8.900. Mas o salário é a menor parte do que ele custa.
Para o empregador, um funcionário CLT custa muito mais do que o valor da folha. Sobre o salário incidem encargos e provisões que o mercado calcula, em média, entre 1,6 e 1,8 vez o valor bruto:
- INSS patronal e FGTS
- Provisão de 13º salário
- Provisão de férias mais um terço constitucional
- Provisão de multa rescisória
- Benefícios: vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde
Na conta real, aquele salário de R$8.900 representa um custo mensal para a empresa na faixa de R$14 mil a R$16 mil. Todo mês. E ainda faltam o software de projeto, o tempo de recrutamento e o custo de manter esse profissional atualizado numa norma que muda com frequência.
E esse custo não acompanha o seu movimento. Ele é o mesmo no mês de doze projetos e no mês de dois. No mês de nenhum. A folha não sabe se você está vendendo ou parado. Ela vence todo dia primeiro.
Terceirizar a homologação não é economizar no salário de alguém. É não ter custo fixo nenhum para carregar quando o mês está fraco.
O que muda quando você terceiriza com a SunShop
A diferença não é fazer mais barato. É transferir o peso e o risco para quem só é pago quando entrega.
Sem homologação naquele mês, você não paga nada. Não existe mensalidade, não existe estrutura ociosa esperando trabalho. O custo aparece só quando há um projeto para homologar.
R$399 por homologação, e o pagamento acontece somente após o parecer de acesso aprovado. Não se paga por hora, não se paga por protocolo, não se paga por processo que não fechou.
A TRT está inclusa. O projeto sai assinado por quem é habilitado para isso, e a responsabilidade sobre ele não fica no seu colo.
Acompanhar mudança de resolução, procedimento de distribuidora e exigência nova é o nosso trabalho diário. Você cuida de vender e instalar, que é onde o seu dinheiro está.
A distribuidora tem o prazo dela, mas a parte que depende de nós anda rápido: sua solicitação é enviada à distribuidora em até 48 horas.
Interno contra terceirizado, lado a lado
| Estrutura interna | SunShop | |
|---|---|---|
| Custo no mês sem projeto | O mesmo de sempre | Zero |
| Forma de pagamento | Fixo, todo mês | Por homologação aprovada |
| Responsabilidade técnica | Sua | Nossa, TRT inclusa |
| Acompanhar a norma | Sua tarefa | Nossa tarefa |
| Quando o volume cai | Custo por projeto sobe | Custo por projeto cai com a fidelidade |
| Quando o volume cresce | Precisa de mais estrutura | Escala sem novo custo fixo |
Repare na penúltima linha, porque ela inverte a intuição. Numa estrutura interna, quanto menos projetos você faz, mais caro fica cada homologação, porque o custo fixo se divide por menos trabalho. Com a SunShop, é o contrário.
A cada 10 homologações aprovadas em 6 meses, a 11ª sai apenas pelo custo da TRT. Quanto mais você homologa, menor fica o custo por unidade. É o oposto de uma estrutura fixa, onde o volume alto exige mais gente e mais despesa. Aqui, o volume trabalha a seu favor.
Para quem isso faz mais sentido
Terceirizar a homologação faz sentido para o integrador que quer concentrar energia onde ela gera receita: prospecção, venda, instalação, relacionamento com o cliente. A homologação é necessária, mas não é o que diferencia a sua empresa aos olhos de quem compra. É trabalho de retaguarda, e retaguarda bem-feita é retaguarda que você não precisa ver.
Faz sentido também para quem não quer transformar uma etapa sazonal em custo fixo permanente. E para quem já sentiu na pele o que é ter um projeto pronto no telhado do cliente, parado, esperando um parecer, enquanto o pagamento final não entra.
O que você ganha, no fim, não é desconto. É foco. Você para de dividir atenção entre vender e resolver pendência de distribuidora. A homologação vira uma linha previsível no seu processo: manda, acompanha, aprova, recebe. E você volta a fazer o que faz a empresa crescer.
Tire a homologação da sua mesa
A SunShop cuida do processo completo junto à distribuidora, em qualquer estado do Brasil: projeto, memorial, TRT inclusa, protocolo e acompanhamento até a aprovação. Enviamos sua solicitação à distribuidora em até 48 horas. R$399 por homologação, e você paga somente após o parecer de acesso aprovado.
Começar agoraNão vendemos sistema, não disputamos o seu cliente e não aparecemos para ele. Somos a retaguarda de engenharia que trabalha para o integrador, e só isso.
